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Gestão de ferramentas: saiba quais implicações a falta deste tipo de controle pode estar gerando em sua empresa

A produtividade é uma medida de eficiência da produção, que calcula a relação entre produção, meios empregados (trabalhadores ou máquinas) e o tempo despendido na operação. Nesse cálculo, é possível avaliar quanto cada fator de produção contribui para produzir uma unidade de riqueza (produtos, componentes, unidades ou itens). Você já parou para pensar que as ferramentas utilizadas na sua unidade industrial são fatores de produção que podem estar contribuindo para baixar a produtividade da linha de produção?

 

O controle do chão de fábrica implica ter uma visão global dos processos produtivos e não há exagero em afirmar que a gestão de ferramentas influencia diretamente na produtividade. Se mal administradas, elas representam dificuldades constantes para os colaboradores, que acabam perdendo tempo precioso entre solicitar e localizar os instrumentos adequados a cada etapa do trabalho e, assim, baixando a produtividade do setor. E mais: a falta de controle das ferramentas utilizadas nos processos de fabricação pode levar à constatação de que muitas delas estão obsoletas, desgastadas, e dispersas em almoxarifados diversos. Sem um controle específico, ao invés de ajudarem na produção, as ferramentas acabam se transformando em entraves para os seus funcionários.

 

Em unidades industriais do setor metal mecânico, por exemplo, a variação de peças para montagem do produto final é muito grande, embora os lotes de produção sejam cada vez menores. Isso requer o uso de centenas de tipos de ferramentas em um tempo cada vez menor. Encontrá-las dentro de uma fábrica, em múltiplos almoxarifados, pode requerer muito tempo e isso afeta a produtividade e, consequentemente, a rentabilidade de forma bastante acentuada. Os sistemas de gestão de ferramentas garantem o fornecimento certo, na hora certa, para que a linha de produção não sofra prejuízos.

 

Todo bom administrador que acompanha de perto os processos procura organizá-los de forma que ocorram em menos tempo e, ao mesmo tempo, ganhem eficiência. Tudo isso, claro, com redução de custos. A organização, como foi dito, está na raiz desse objetivo. Atentos a essa necessidade do mercado, foram desenvolvidos sistemas de gerenciamento de ferramentas que possibilitam economizar até 60% do tempo necessário entre sua solicitação e a localização, proporcionando uma redução de custos que pode atingir até 30% ao final de um dia na linha de produção.

 

Os sistemas de controle de ferramentas podem apresentar capacidades e configurações diversas, a depender das necessidades da instalação industrial, porém são operados de forma simples. Com eles, o estoque de ferramentas fica documentado, gerando relatórios que apontam como os custos estão sendo distribuídos. Isso por que cada uma das ferramentas integradas ao processo de produção terá uma estatística própria de uso, facilitando uma análise global do processo da parte do responsável pelo chão de fábrica.

 

Você se pergunta quanto tempo demandaria a implantação de um sistema como esse? A resposta é que um bom sistema não pode perturbar o andamento da produção e, após a sua implantação, deve representar, em no máximo três meses, um ganho de produtividade que compense financeiramente o período de implantação, bem como supere essa expectativa.

 

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